CCZ conta com a população para o combate à dengue

Até o momento, o município contabilizou 2.973 casos de dengue confirmados laboratorialmente e clínico epidemiológico e dois óbitos em decorrência da doença

Com as altas temperaturas, a proximidade do verão e o significativo aumento de casos de dengue e chikungunya, nas últimas semanas, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) intensificou o combate ao mosquito Aedes aegypti, responsável também pela transmissão da zika. Para maior eficácia do trabalho, os Agentes de Combate às Endemias precisam do auxílio da população na guerra contra o mosquito, uma vez que 80% dos focos são encontrados dentro das residências.

Até o momento, o município contabilizou 2.973 casos de dengue confirmados laboratorialmente e clínico epidemiológico e dois óbitos em decorrência da doença. Foram confirmados ainda 30 casos de chikungunya. Não há caso de zika registrado.

O coordenador do Programa Municipal de Controle de Vetores (PMCV), Claudemir Barcelos, destacou a importância dos mutirões e a colaboração da população para que o combate ao transmissor seja realmente efetivo.

“A população precisa fazer a parte dela, tirando, no mínimo, dez minutos por semana para olhar o quintal, lavar os potes e descartar no lixo o material inservível. Os agentes seguirão visitando as casas e trabalhando em mutirões, mas precisamos do auxílio dos moradores”, destacou.

A técnica de enfermagem Loisiane dos Anjos Monteiro contou que checa seu quintal todos os dias. “Já se tornou um hábito para mim. Se cada um fizer a sua parte, vamos conseguir diminuir bastante essa doença. Aqui em casa eu lavo pote dos animais e todos os depósitos que podem conter água. Não deixamos água acumulada de jeito nenhum”, disse.

O objetivo é interromper o ciclo do mosquito com apenas uma ação semanal. São apenas 10 minutos para checar os locais onde o mosquito costuma colocar seus ovos: caixas dágua, calhas, pneus, barris, vasos de planta, baldes, ralos, dentre outros.

O diretor do CCZ, Carlos Morales, lembrou que 80% dos criadouros do mosquito estão dentro das residências. “Nossos agentes estão nas ruas todos os dias e esses dados não mudam. Por isso é tão importante contar com a participação da população. Só vamos mudar esse quadro com a participação de todos”, disse Morales.

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